…:: Hospitais da rede Ebserh são referência no tratamento a diversos tipos de câncer ::…

Outubro Rosa

Hospitais da rede Ebserh são referência no tratamento a diversos tipos de câncer

Entre os serviços, estão as cirurgias de reconstrução de mamas e a técnica de congelamento de óvulos
EBSERHTratamento de câncer no Hupaa-Ufal. Foto: Hupaa

Tratamento de câncer no Hupaa-Ufal. Foto: Hupaa

Brasília (DF) – Diversos hospitais universitários federais filiados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) são referência no tratamento oncológico, e atendem de forma gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

No Distrito Federal, o Hospital Universitário de Brasília (HUB), vinculado à Universidade de Brasília (UnB), é referência no atendimento preventivo de lesões suspeitas do câncer de colo de útero, com a realização de aproximadamente 500 consultas mensais no ambulatório de ginecologia. A instituição também é a única no serviço público local que oferece a braquiterapia, procedimento semelhante à radioterapia, mas direcionado ao tratamento de tumores ginecológicos.

Em Fortaleza, a Maternidade Escola Assis Chateaubriand da Universidade Federal do Ceará (Meac-UFC) disponibiliza o serviço de cirurgia de reconstrução da mama. Segundo o cirurgião plástico Vitor Muniz, são oferecidos dois tipos de procedimentos: o imediato (feito na mesma cirurgia de retirada da mama) e o tardio (de um a 10 anos após a cirurgia).

Tratamentos inovadores

A melhoria da qualidade de vida dos pacientes passa também por técnicas inovadoras, como o congelamento de tecido ovariano de pacientes que iniciarão tratamento contra o câncer, para reimplantá-lo posteriormente. A técnica permite que mulheres com câncer preservem um de seus ovários, para que possam ter filhos depois.

A advogada Renata de Albuquerque, de 41 anos, se interessou pela técnica e aderiu ao procedimento. “Não sou casada, mas a gente nunca sabe o dia de amanhã”, brinca a paciente, que enfrenta o tratamento de câncer de mama com admirável bom-humor. O método é desenvolvido pelo Grupo de Educação e Estudos Oncológicos da UFC em parceria com a Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac) e o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce).

Outro exemplo de cuidado integral aos pacientes ocorre no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), em Uberaba. Na unidade, o atendimento se dá com uma equipe multiprofissional que, além de médicos, inclui enfermeiros, psicólogos, dentre outros.

A psicóloga Wanessa de Araújo Maria Oliveira relata o acompanhamento dos pacientes e familiares com a confirmação do diagnóstico de câncer. “É uma dinâmica em que são levantados casos e informações da doença. É o momento em que há troca experiência com pacientes e familiares sobre o momento que estão passando”, explica a psicóloga.

Wanessa lembra que, ao receberem alta médica, alguns desenvolvem quadros depressivos e de ansiedade. Nesse caso, os pacientes são encaminhados para continuar o tratamento psicológico posterior nos serviços públicos de saúde. Esse acompanhamento é recente no HC, foi iniciado em outubro de 2014, com a convocação de profissionais por meio de concurso público promovido pela Ebserh.

Coordenadoria de Comunicação Social da Ebserh com Informações do Inca e dos HUFs da Rede Ebserh.
Fonte: EBSERH
Anúncios

…:: CÂNCER DE MAMA – O direito ao tratamento ::…

…:: Outubro é o mês que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. ::… Fonte: CNJ

Fonte: …:: CÂNCER DE MAMA – O direito ao tratamento ::…

…:: Faça Cursos na Área de Logística ::…

Tenha um diferencial no mercado de trabalho!
Imagem mostra mercadorias empilhadas em paletes com empilhadeira, concebidas por um Warehouse Management System( WMS), em português - literalmente: sistema de automação e gerenciamento de depósitos, armazéns e linhas de produção.A logística é a área da gestão responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa. A logística está intimamente ligada às ciências humanas, tais como a administração, a economia, a contabilidade, a estatística e o marketing, envolvendo diversos recursos da engenharia, tecnologia, do transporte e dos recursos humanos. Fundamentalmente a logística possui uma visão organizacional holística, onde esta administra os recursos materiais, financeiros e pessoais, onde exista movimento na empresa, gerenciando desde a compra e entrada de materiais, o planejamento de produção, o armazenamento, o transporte e a distribuição dos produtos, monitorando as operações e gerenciando informações. Pela definição do Council of Supply Chain Management Professionals, “Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes” (Carvalho, 2002, p. 31).
Uma equipe preparada é o maior patrimônio do gestor!
Cursos voltados ao suporte as Cadeias de Suprimentos, apoio à Gestão Executiva no Planejamento; Tomadas de Decisão e no Controle dos Processos em Projetos Logísticos.
São cursos livres reconhecidos pelo Min. da Educação e que oferece certificados no término dos estudos.
Confira também os cursos de:
Para maiores informações acesse:

…::: Seu curriculum é muito bom mas …. nada de emprego? Leia o artigo! :::…



Porque isto acontece?? Já enviou milhares de currículos para vários anúncios de emprego, fez algumas dezenas de entrevistas mas nada aconteceu? Pois é! Seja muito bem vindo ao clube!

Leia a resenha!

ESTIMADOS(AS) AMIGOS(AS), MINHAS MAIS SINCERAS SAUDAÇÕES A TODOS!
Acredito que a resposta para todos os questionamentos dos nosso colega que foi muito feliz e inteligente no levantamento da questão e dos demais parceiros do grupo que posicionaram – se, com total relevância na abordagem do tema, é a indústria do desemprego, fomentado por quem “VENDE” a chamada “SOLUÇÃO”! AS EMPRESAS DE RH! Estas, que de forma contumaz, insistem em “RETER”, de maneira covarde, o acesso as vagas para profissionais de todos os segmentos da sociedade, priorizando o lucro desvairado, cobrando de seu cliente “O EMPREGADOR”, um percentual do salário do candidato! Isso mesmo! Você e eu somos subtraídos de nosso merecido e suado “salário” antes mesmo de recebê-lo! Ao invés disso, mesmo que essas “empresas” de rh, sejam remuneradas, o foco e a prioridade deveria ser, em função de eficiência em enquadrar o perfil dos candidatos com as peculiares demandas dos postos de trabalho!
Mas, enquanto isso não acontece, “TUDO FICA COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES “.

*****

Isso quer dizer:
Vocês e eu estudamos, nos graduamos, nos preparamos, para que alguns estagiários mau remunerados e psicologicamente insatisfeitos, que atuam nesse tipo de negócio parcial e covarde, escolham “à vista grossa”, se vai com a nossa cara ou não para nos convidar para participar de entrevistas, que geram custos para nós, sem que saibamos que nunca seremos, sequer, selecionados para conhecer o empregador!

Este meu comentário não é um desabafo, porém, até que cairia bem como se o fosse!
Abs a todos!

Acesse o link abaixo para agregar valor definitivamente em sua síntese curricular;
Cursos gratuitos com duração de 20h, mas desejando certificados você pode optar pela imersão ou aprofundamento nos assuntos que envolvam o curso de sua escolha!
CONFIRA AQUI!

 

…::: AUTISMO – Uma Abordagem Pedagógica :::…

POR: COLUNISTA PORTAL – EDUCAÇÃO

Antes de explorarmos maneiras eficazes para uma educação especial para crianças com autismo, vamos tentar entender um pouco sobre o caso: O Autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa de se comunicar, conseguir estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente.

Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e falas normais, podendo até a descobrir que possui o autismo depois de adulto. Já em outros casos apresentam também retardo mental, retardos no desenvolvimento da comunicação ou até mutismo. Alguns apresentam rígidos padrões de comportamento, se fecham e se passam grande parte distante ou presa a comportamentos restritos.

Muitas vezes os pais quando descobrem que o filho possui autismo tentam acreditar e manter a esperança de que o filho irá recuperar-se completamente. Algumas famílias negam o problema. A dor sentida, como seres humanos pode ser superada, nunca extinguida, mas existe possibilidades de uma educação infantil bem trabalhada para que a vida possa seguir o seu curso com menos aflição, para a criança e consequentemente para a família.

Não há medicamentos que tratem o autismo, mas muitas vezes elas são usadas para combater algum efeito específico, como a agressividade ou os comportamentos repetitivos por exemplo. É importante saber se o aluno que ingressar na escola faz uso de algum medicamento ou algum acompanhamento de um profissional de saúde mental.

Antes da inclusão de uma educação especial em qualquer instituição de ensino, vale a pena um treinamento com os profissionais para que a finalidade da educação seja aplicada da melhor maneira, assim como deve haver um planejamento das atividades rotineiras e uma medição do progresso que a criança apresentar.

Atualmente não se pensa mais no autismo como algo sem cura. A criança deve ser motivada para que possa ter um desempenho desejado na escola, mostrando para elas que podem se relacionar com a sociedade.

Quando crianças autistas  ingressam em escolas ditas “normais”, é importante que a criança não seja isolada das demais, pelo contrário, ela deve ser inserida junto as demais crianças para que com o passar do tempo o pedagogo possa desenvolver tarefas e medidas cabíveis para um processo satisfatório.

Os especialistas no assunto já dizem que é muito importante retirar o autismo da escuridão que se encontram e trazer para a luz da sociedade. Inserir o tema de maneira consistente para que os pedagogos possam ajudar a sanar o preconceito e a melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida dessas crianças.

Existem muitas coisas que podem ser feitas para o autista, e ela não precisa ir a uma escola que atende somente crianças com este problema, elas podem sim conviver com as outras crianças e assim desenvolver as suas habilidades igualmente com as demais crianças da escola.

O profissional que atender estas crianças devem acreditar que o aluno tem potencial para aprender e o mais importante, o educador deve entender que este aluno enxerga o mundo de uma forma diferente, mas que ele vive no nosso mundo. Seguindo estes passos, o pedagogo poderá atender crianças autistas junto com as demais sem problemas, e junto com a família poder fazer com que a criança tenha uma vida normal como todas as outras.

…:::Devo Fazer o que gosto ou gostar do que faço?:::…

 

…::: Devo fazer o que gosto ou gostar do que faço? – Uma abordagem sobre Recursos Humanos :::…

 

 

Um grande amigo me questionou quanto à dúvida de um amigo seu. Seu amigo disse: “Não faço o que gosto, mas gosto do que faço”.

Disse a ele que escreveria sobre o assunto.

Essa frase é emblemática, e para mim tem vários sentidos e sentimentos implícitos. Ele se refere à carreira, o trabalho em si.

Numa conta simples, o profissional que trabalha 8h por dia, mas que acorda cerca de 2h antes e chega em casa 2 horas depois do expediente, terá voltado suas energias e tempo dedicado ao trabalho cerca de 12h POR DIA. Ou seja, mais da metade, e se formos contar tempo/horas úteis, é mais alarmante. Apesar de ideal, poucos dormem por 8h. Então somemos 6h de sono mais 12h, num total de 18h menos às 24h do dia, teremos de sobra somente 6h. Então essa pessoa terá apenas 6h por dia para fazer outras atividades, e terá 12h de dedicação ao trabalho. Isso significa um pouco mais da metade da vida.

Vivemos numa sociedade que se deteriora cada vez mais, consumindo o que não se precisa e vivendo de ostentação. Quase não há felicidade por si só, por alcançar o que se quer puramente, há sempre a comparação com o outro. Daí, que a grama do vizinho é sempre mais verde.

Então, entramos nesse jogo, que vira um círculo vicioso, em que chegar à frente significa possuir mais bens materiais e status que realização pessoal. E é tudo tão imediatista que não teremos tempo para nos dedicar ao que mais gostamos, mas ao que trará resultado mais rápido. É a corrida de ratos, como citado no livro “Pai Rico Pai Pobre”, no entanto, lá a citação era sobre finanças. Mas é o mesmo exemplo, círculo vicioso.

Assim, influenciado pelas necessidades, escolhemos o caminho mais curto, ou seja, abrir mão de sonhos, por uma carreira mais promissora, mais rápida, onde já estamos envolvidos. Daí será preciso aprender a gostar desse trabalho, e esquecer que sempre se sonhou com outra coisa.

Não, eu não sou visionário, nem madre Tereza, sei que vivemos do capital. No entanto, não acredito que seja bom nem saudável, dedicar metade de toda minha vida em torno de algo que tenho que fazer força pra gostar todo dia. Isso quando podemos escolher, porque, tem muita gente que não tem essa opção, infelizmente.

Gostar do que se faz é muito importante, mas fazer o que se gosta me parece o ideal, pois, assim, o prazer que terá será tão especial, que naturalmente a recompensa é gerada, social e economicamente. Porém, esse ciclo leva um tempo para se aperfeiçoar. Se por qualquer motivo não temos esse tempo, é difícil mesmo conciliar os interesses.

Agora, é com preocupação que vejo as pessoas se distanciarem de seus objetivos logo no momento da escolha do curso no vestibular, optando por curso que não tem a menor afinidade, realizando sonhos dos pais em detrimento aos seus, dando respostas aos amigos e à sociedade e não a si mesmo. Não há uma regra, mas é certeza que tudo isso tem relação direta com as chamadas doenças da modernidade, como depressão, pânico e uso discriminado de algum tipo de droga. Geralmente as pessoas ficam com esses distúrbios em consequência de um longe período de ansiedade e/ou estresse. Quer motivo maior para geração dessas sensações que a frustração de ter deixado de lado o que tanto se quis, um objetivo, um sonho, uma carreira. Imagine isso te corroendo por 20, 30, 40 anos e a cada dia tendo que provar mais e mais, tendo que gerar melhores resultados, cuidar da família, só mesmo sendo um super-herói pra aguentar.

Por tudo isso, fazer o que se gosta, ainda está no topo das minhas escolhas de vida.

Forte abraço!

 
POR: EMERSON SILVA.

…:::6 dicas eficientes para professores nas redes sociais:::…

Como tenho o privilégio de ter alunos que têm alunos, costumo recomendar material para leitura relevante!

Desta maneira, democratizamos a informação; e plantamos a semente da humildade em certos mestres que têm dificuldade em abrir mão da própria vaidade, dificultando o êxito de seus alunos!

Espero que gostem!
“Silvio Teixeira”

Use as redes sociais como aliadas em sua aula, e veja como elas podem aumentar a comunicação entre alunos e professores trazendo diversos benefícios para o desenvolvimento dos estudantes
Imprimir Imprimir Enviar a um amigo Enviar PDF PDF TraduzirTraduzir

imagen-relacionada
Crédito: Shutterstock.com

Além do Facebook e Twitter, você também pode aproveitar as possibilidades que a plataforma de vídeos do YouTube oferece

maioria dos professores está nas redes sociais. Entretanto, grande parte desses profissionais aproveita as mídias para uso pessoal e não leva os benefícios para a sala de aula e carreira. Com as dicas a seguir você poderá conferir como o uso das redes sociais nas salas de aula pode ser muito eficiente e aumentar a produtividade,comunicação e aprendizado entre alunos e professores.
Confira seis dicas eficientes para professores nas redes sociais e aumente o aproveitamento de suas aulas:

1. Use seu horário de atendimento

Se você costuma disponibilizar algumas horas de atendimento ou chega antes do horário das aulas em sua sala, aproveite esses momentos para estar disponível online também. Muitos alunos se sentem intimidados em ir presencialmente para pedir conselhos ou ajuda ou não tem o tempo necessário para ir até a faculdade por conta do trabalho ou outras responsabilidades. Você pode criar uma hashtag para sua conta no Twitter quando estiver disponível ou um grupo no Facebook para esse tipo de necessidade.

2. Interaja durante as aulas

É cada vez mais comum ir a palestras ou aulas em que as redes sociais são monitoradas e expostas em telões específicos. Esse tipo de iniciativa aumenta a interatividade entre as pessoas presentes, ainda mais para quem é tímido e não iria se manifestar em um cenário tradicional que envolve pegar microfones ou ficar de pé para falar/perguntar. Você não precisa de um telão. Basta um computador conectado às redes e uma determinada hashtag para o Twitter ou um grupo da sala no Facebook para que alunos possam contribuir com perguntas, materiais de apoio e muitas outras possibilidades.

3. Faça um grupo no Facebook para cada sala

Os próprios alunos podem ter essa iniciativa, mas muitos podem não gostar da ideia de compartilhar o grupo com os professores. Para evitar atritos, crie você mesmo um grupo específico para cada sala. Nesse fórum você poderá disponibilizar recados, materiais utilizados em sala, links úteis e outras necessidades.

4. Faça contatos profissionais e ensine os alunos

Não importa qual a sua área de estudo e ensino, é sempre importante encorajar os alunos a fazer novos contatos profissionais. Uma das melhores coisas que você pode fazer nesse sentido é indicar pessoas da área que possuem perfis no Twitter. Os alunos também poderão contribuir com ideias criativas para que as redes sociais sejam utilizadas nesse sentido. Vocês podem, por exemplo, marcar conferências ao vivo por meio do Facebook ou Skype e interagir em tempo real com perguntas pelo Twitter, como sugerido nas dicas anteriores.

5. Encoraje os alunos a fazerem blogs

Ao invés de solicitar as tradicionais redações ou artigos, você pode encorajar os alunos a criar blogs sobre o tema que estão estudando ou, se eles já tiverem alguma plataforma como essa, a escrever sobre o assunto em seus blogs. Compartilhar os textos entre os estudantes e divulgá-los online irá aumentar ainda mais o envolvimento deles com as repercussões em sala, servindo como incentivo para mais debates e pesquisas.

6. Crie uma playlist no YouTube

Além do Facebook e Twitter, você também pode aproveitar as possibilidades que a plataforma de vídeos doYouTube oferece. Não apenas músicas, mas também palestras, vídeos e até documentários que sirvam de material adicional de aprendizado podem ser acrescentados em uma playlist personalizada para cada tema visto em aula.

Acessem também: